A bola parada

Tenho lido e ouvido muita gente criticar a eficiência das jogadas paradas do coxa. Parece que fazer muito gols que partem da bola parada, tornou-se uma maldição.
Acredito que sabemos que não será sempre que a qualidade da bola cruzadas por cima no ataque irá funcionar. E quando isto acontece, se faz necessário ter outras jogadas como se fossem cartas nas mangas.
Como a boa jogada de calcanhar de Rildo deixando Carleto na cara do gol. O lateral, perdeu o tempo de finalizar e foi desarmado. E ainda, a bola jogada pelo lado direito de Henrique Almeida que cruzou a bola mais a frente e Rildo quase chegou. Ou ainda, para finalizar meu argumento, a boa enfiada de bola de Daniel, estreante da noite, que encontrou Yan Sasse bem posicionado entrando na área. O jovem meia do Coritiba, estava no meio de três jogadores da Ponte Preta e disputou com raça a bola e na dividida ela acabou entrando.
Dito isto, acho que aos poucos as jogadas irão sair. Faltou capricho na finalização. Como em todo o campeonato. Não podemos nos iludir com os números dos últimos jogos. Temos uma equipe com força suficiente para escapar do grupo lá de baixo. E pena que apenas no final da temporada, pudemos prestigiar o bom futebol de Bahmjohan e Daniel, reforços de peso que representam mais qualidade do que Tiago Real ou Mateus Gladezani. E pelo jeito, é só.

Enquanto, isto aproveitemos as belas cobranças de faltas e escanteios do Carleto, melhor lateral esquerdo do campeonato segundo a ESPN, e paremos de reclamar. Não deixemos nosso melhor argumento ser usado contra nós. 

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