Torcida do FLUMINENSE também invadiu o gramado.
Entre as inúmeras denúncias que colocaram o Coritiba no centro das atenções após o quebra-quebra promovido pelos seus torcedores após o jogo contra o Fluminense, pouco se comentou sobre os distúrbios na torcida adversária. Entre as confusões, que incluíram confronto com policias no intervalo de jogo, houve a invasão de campo de vários torcedores da equipe carioca.
Mesmo que as ocorrências tenham se tornado públicas – durante as transmissões da partida os fatos foram relatados, além de divulgados em vídeos que circulam pela internet – a procuradoria do STJD não tomou nenhuma atitude. O Código brasileiro de Justiça Desportiva é bem claro em seu artigo 213 (o mesmo que resultou na perda de 30 mandos para o Coxa) ao afirmar que se a torcida adversária causar algum tipo de tumulto, entre eles a invasão de campo, o clube corre risco de punição de perda de mandos e multa.
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Veja as imagens que comprovam a invasão de torcedores do Fluminense
A situação fica ainda mais esquisita se for considedo que o Coxa foi punido justamente por uma infração semelhante a que o Fluminense cometeu. Contra o Atlético, no primeiro turno, bombas foram atiradas por Coxas na Arena. Resultado: perda de mando de um jogo para o Alviverde, que teve que jogar em Cascavel e acabou derrotado pelo Santos. Pontos que fizeram falta no final para determinar o rebaixamento da equipe.
Questionado sobre a falta de uma denúncia em relação a esses acontecimentos, o procurador-geral do STJD, Paulo Schimitt, minimizou a importância do fato. “A invasão mesmo foi deflagrada pelos torcedores do Coritiba. Alguns torcedores do Fluminense podem ter invadido até tentando se proteger de agressões. De qualquer forma, temos que avaliar essa situação”, disse, por telefone, à Gazeta do Povo.
Se depender do tom do discurso do procurador, a torcida do Coritiba – que tem que reclamado muito da falta de punição ao Fluminense – ficará mais uma vez decepcionada. “Se alguma denúncia nesse sentido fosse feita, ainda estaríamos no prazo. Existir a possibilidade existe, mas temos que avaliar bem as coisas. A multiplicidade de infrações do clube mandante se tornou mais importante que qualquer coisa”.
Questionado sobre a possibilidade de reclamar uma punição mais severa ao Fluminense, o advogado do Coritiba, Gustavo Nadalin, afirmou não ter poderes para isso. “Comunicamos o fato à procuradoria, mas não podemos fazer mais nada. A defesa do Oswaldo (Dietrich, que trabalhava no Coritiba e foi punido com 720 dias de suspensão no futebol) foi baseada no fato de que ele estava tentando evitar que esses torcedores que invadiram agredissem alguém”, relatou.
E Nadalin foi além. “O próprio coronel Jorge Costa Filho, da PM, falou sobre a invasão, mas eles desconsideraram dizendo que não estava nas imagens. O coronel disse que as imagens mostram o que querem que se mostre, que ele tinha visto tudo. Mas eles nem ligaram”.
O Blog da Baixada, do rival Coxa Atlético Paranaense, divulgou um dos vídeos que circulam pela internet e que mostram a invasão dos torcedores do Fluminense. Provas não faltam.
Mesmo que as ocorrências tenham se tornado públicas – durante as transmissões da partida os fatos foram relatados, além de divulgados em vídeos que circulam pela internet – a procuradoria do STJD não tomou nenhuma atitude. O Código brasileiro de Justiça Desportiva é bem claro em seu artigo 213 (o mesmo que resultou na perda de 30 mandos para o Coxa) ao afirmar que se a torcida adversária causar algum tipo de tumulto, entre eles a invasão de campo, o clube corre risco de punição de perda de mandos e multa.
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Veja as imagens que comprovam a invasão de torcedores do Fluminense
A situação fica ainda mais esquisita se for considedo que o Coxa foi punido justamente por uma infração semelhante a que o Fluminense cometeu. Contra o Atlético, no primeiro turno, bombas foram atiradas por Coxas na Arena. Resultado: perda de mando de um jogo para o Alviverde, que teve que jogar em Cascavel e acabou derrotado pelo Santos. Pontos que fizeram falta no final para determinar o rebaixamento da equipe.
Questionado sobre a falta de uma denúncia em relação a esses acontecimentos, o procurador-geral do STJD, Paulo Schimitt, minimizou a importância do fato. “A invasão mesmo foi deflagrada pelos torcedores do Coritiba. Alguns torcedores do Fluminense podem ter invadido até tentando se proteger de agressões. De qualquer forma, temos que avaliar essa situação”, disse, por telefone, à Gazeta do Povo.
Se depender do tom do discurso do procurador, a torcida do Coritiba – que tem que reclamado muito da falta de punição ao Fluminense – ficará mais uma vez decepcionada. “Se alguma denúncia nesse sentido fosse feita, ainda estaríamos no prazo. Existir a possibilidade existe, mas temos que avaliar bem as coisas. A multiplicidade de infrações do clube mandante se tornou mais importante que qualquer coisa”.
Questionado sobre a possibilidade de reclamar uma punição mais severa ao Fluminense, o advogado do Coritiba, Gustavo Nadalin, afirmou não ter poderes para isso. “Comunicamos o fato à procuradoria, mas não podemos fazer mais nada. A defesa do Oswaldo (Dietrich, que trabalhava no Coritiba e foi punido com 720 dias de suspensão no futebol) foi baseada no fato de que ele estava tentando evitar que esses torcedores que invadiram agredissem alguém”, relatou.
E Nadalin foi além. “O próprio coronel Jorge Costa Filho, da PM, falou sobre a invasão, mas eles desconsideraram dizendo que não estava nas imagens. O coronel disse que as imagens mostram o que querem que se mostre, que ele tinha visto tudo. Mas eles nem ligaram”.
O Blog da Baixada, do rival Coxa Atlético Paranaense, divulgou um dos vídeos que circulam pela internet e que mostram a invasão dos torcedores do Fluminense. Provas não faltam.
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